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Biblioteca Digital Franklin Delano Roosevelt
Monografias de Graduação
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http://hdl.handle.net/123456789/27
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| Título: | Argentina e Brasil no pós-guerra: estudo comparativo das políticas exteriores peronista e varguista |
| Autores: | Dalio, Danilo José |
| Chaves: | Nacionalismo Política Externa |
| Data de Emissão: | 22-Out-2009 |
| Resumo: | A partir de uma abordagem comparativa das políticas exteriores dos governos de Getúlio Vargas (1951-1954) e Juan D. Perón (1946-1955) em suas relações com os Estados Unidos, durante o pós-guerra, procuramos apreender a especificidade de tais relações e sua importância para as determinações do desenvolvimento e do nacionalismo varguista e peronista. Dois pressupostos histórico-concretos, ambos relacionados, iluminam esta análise: de um lado, as experiências históricas pregressas de ambos países, particularmente a década de 1930 e a eclosão da Segunda Guerra Mundial; e, de outro, o processo de definição de uma estratégia de barganha como parâmetro das políticas externas, que se consolida e assume contornos particulares nos governos de Perón e do segundo período Vargas. À semelhança das experiências históricas anteriores, as relações internacionais de ambos governos no imediato pós-guerra objetivaram pautar-se pelas necessidades de seus projetos nacionais de desenvolvimento. Nesse sentido, os governos argentino e brasileiro definiram suas políticas exteriores a partir da implementação de uma estratégia de barganha nacionalista-pragmática que abarcou todo o período correspondente aos seus mandatos. Com essa perspectiva, não se pretende negar as contradições de suas posturas no âmbito internacional. Elas expressavam, sobretudo, o modo de execução da política externa de barganha nacionalista-pragmática, isto é, o conflito e a aproximação com a potência hegemônica prevaleceram como forma de negociação do alinhamento na Guerra Fria em troca de aportes externos ao desenvolvimento nacional. Entretanto, apesar de Argentina e Brasil almejarem interesses semelhantes frente ao governo de Washington, perseguiram-nos diferentemente: em Perón, transcorreu de uma relação conflituosa a uma transigência necessária; em Vargas, a barganha trilhou percurso inverso. Trata-se, portanto, de uma interpretação pela qual o posicionamento varguista e peronista assume feições específicas e historicamente determinadas. |
| Descrição: | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Filosofia e Ciências, da Universidade Estadual Paulista – UNESP, Campus de Marília – como requisito para aprovação na disciplina Monografia de Bacharelado em Ciências Sociais.
Orientador: Dr. Francisco Luiz Corsi |
| URI: | http://hdl.handle.net/123456789/27 |
| Aparece nas Coleções: | Monografias de Graduação
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